Papa Francisco diz que sociedade ‘tolera’ e ‘encoraja’ tráfico sexual

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O papa Francisco, em reunião no Vaticano com o “Santa Marta Group”, associação que luta contra o tráfico de seres humanos, disse que é preciso “examinar seriamente as diversas formas de cumplicidade que a sociedade tolera e encoraja”.

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Como exemplo, o líder católico citou o “tráfico para fins sexuais e a exploração de homens, mulheres, crianças e vulneráveis”. O “Santa Marta Group” foi criado pelo Pontífice em 2014, e o encontro deste ano visa a trazer uma perspectiva mundial sobre o ser humano e suas “modernas formas de escravidão”.

Assim, o Papa, no seu “concreto objetivo de acabar com a rede criminal”, disse que a sociedade deve se atentar aos “mais vastos setores”, como “o uso da tecnologia e meios de comunicação”, e até mesmo às “implicações éticas dos modelos de crescimento econômico que privilegiam a exploração das pessoas”.

“Esperançoso” com o futuro, Francisco ainda alertou para a complexidade da situação. “A experiência mostra que as formas modernas de escravidão são bem mais confusas do que se imagina, mesmo – para nossa vergonha e escândalo – dentro das associações mais próximas da nossa sociedade”, disse.

Por outro lado, Jorge Bergoglio pareceu seguro quanto aos resultados futuros. “Estou confiante que as discussões desses dias nos ajudarão a incrementar a conscientização da crescente necessidade de ajudar as vítimas destes crimes.” Para ele, as pessoas afetadas devem ser acompanhadas “em um caminho de reintegração na sociedade e de restabelecimento de suas dignidades”. O papa Francisco, em reunião no Vaticano com o “Santa Marta Group”, associação que luta contra o tráfico de seres humanos, disse que é preciso “examinar seriamente as diversas formas de cumplicidade que a sociedade tolera e encoraja”.

Como exemplo, o líder católico citou o “tráfico para fins sexuais e a exploração de homens, mulheres, crianças e vulneráveis”. O “Santa Marta Group” foi criado pelo Pontífice em 2014, e o encontro deste ano visa a trazer uma perspectiva mundial sobre o ser humano e suas “modernas formas de escravidão”.

Assim, o Papa, no seu “concreto objetivo de acabar com a rede criminal”, disse que a sociedade deve se atentar aos “mais vastos setores”, como “o uso da tecnologia e meios de comunicação”, e até mesmo às “implicações éticas dos modelos de crescimento econômico que privilegiam a exploração das pessoas”.

“Esperançoso” com o futuro, Francisco ainda alertou para a complexidade da situação. “A experiência mostra que as formas modernas de escravidão são bem mais confusas do que se imagina, mesmo – para nossa vergonha e escândalo – dentro das associações mais próximas da nossa sociedade”, disse.

Por outro lado, Jorge Bergoglio pareceu seguro quanto aos resultados futuros. “Estou confiante que as discussões desses dias nos ajudarão a incrementar a conscientização da crescente necessidade de ajudar as vítimas destes crimes.” Para ele, as pessoas afetadas devem ser acompanhadas “em um caminho de reintegração na sociedade e de restabelecimento de suas dignidades”.

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