Bruno Covas recomenda horário de abertura para indústria e comércio

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A Prefeitura de São Paulo, gestão Bruno Covas (PSDB), publicou uma orientação com horários de abertura para os estabelecimentos que estão em atividade durante a pandemia do novo coronavírus.

Supermercado

O texto estabelece que locais como lavanderias, mercados, comércio de materiais de construção e farmácias devem iniciar as atividades antes das 6h ou após às 11h.

Segundo o documento divulgado pela administração municipal, a medida vale também para os serviços públicos (municipal, estadual e federal), desde que não sejam serviços essenciais.

As recomendações sobre o horário de funcionamento das atividades é validade ainda para industriais, comerciais e de serviços durante o estado de calamidade pública para enfrentamento da pandemia decorrente do coronavírus.

“A medida visa a redução da aglomeração de pessoas nas vias e logradouros públicos, em especial nos terminais e pontos de transporte urbano de passageiros nos horários de maior demanda”, diz o texto da prefeitura.

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A APAS (Associação Paulista de Supermercados) irá recomendar que os estabelecimentos sigam as orientações da Prefeitura de São Paulo, segundo o presidente da entidade, Ronaldo dos Santos.

“Nós vamos orientar nossos associados que façam as adaptações necessárias para poder cumprir este decreto e dessa forma colaborar com o objetivo da prefeitura”, afirma.

“Nosso setor conta com uma certa peculiaridade, já que tem diversas atividades dentro da nossa operação, como padaria, açougue. Uma loja que abre às 7h, boa parte dos trabalhadores já estão na loja bem antes da abertura”, diz.

No caso das farmácias, cada uma deverá analisar a sua situação individualmente e avaliar sobre aderir ou não às recomendação da prefeitura, afirma Rafael Espinhel, consultor jurídico da Sincofarma, entidade representante dos comerciantes de produtos farmacêuticos.

“Cada local irá ver suas particularidades. As farmácias menores terão mais dificuldade de seguir estes horários, será preciso analisar o perfil de cada região, o perfil do público que costuma frequentar o local”, diz.

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“No entanto, de forma geral, a realidade dos estabelecimentos do setor já é diferente. Na capital existem 3400 farmácias, um número muito significativo já funciona acima de 12h. Talvez não tenha nenhum efeito concreto essa medida, para as farmácias. As maiores, as redes, costumam funcionar em grande parte com um horário bem amplo”, finaliza.

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