FHC: É hora de união ao redor da Constituição contra toda a ameaça à democracia

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Em sua própria página oficial no Twitter, o professor e ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso, disparou contra as manifestações  antidemocráticas de domingo (19), que contaram com a presença de Bolsonaroe seus filhos.

FHC disse que ser lamentável o fato do presidente da República ter aderido a manifestações antidemocráticas. Ressaltou que é hora de união ao redor da Constituição contra toda ameaça à democracia. FHC também lembro na importância dos setores da sociedade (civis, militares, pobres e ricos), estarem unidos pela liberdade e pelo Brasil.

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Em um segundo post, ainda ontem (19) Fernando Henrique postou: “Eu entendo que haja medo: do vírus e da falta de renda; do desemprego e da quebradeira. Vamos sair planejadamente da quarentena e unidos para recuperar a economia,respeitando a Constituição e as liberdades democráticas e institucionais.”

Todo apoiador de Lula deveria ler esse texto

Partindo do princípio hegemônico que “pessoa inteligente” vota em Lula, selecionamos aqui algumas verdades que todo ferrenho apoiador de Lula deve ter na ponta da língua.

 

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Veja abaixo:
Lula criou o FIES certo?
ERRADO!
O FIES foi criado em 1975 na época do regime militar e era chamado de crédito Educativo. No governo do Fernando Henrique Cardoso esse programa foi reformulado e concretizado e mudou o nome para FIES, ou seja, o sucesso do programa deve-se a reformulação durante governo FHC.

Bolsa família foi o Lula que criou?
Todos sabem que o Programa Bolsa Família é a junção de outros benefícios como Bolsa escola, bolsa alimentação, vale gás e entro outros.
E foi Lula quem fez essa Junção. Certo?
ERRADO!
Essa Junção começou a existir em Junho de 2001 e dado como lei. E mais, tem vídeo do Lula dizendo que era contra esses benefícios criados pela então primeira dama Ruth Cardoso, Lula afirmou que isso era compra de voto – mais engraçado é que atualmente Lula usa o Programa Bolsa Família como o maior cabo eleitoral dele e do PT.

Lula criou o Luz Para Todos certo? 
ERRADO!
O Programa Luz para Todos foi criado no governo FHC e se chamava Luz no Campo. Segundo o IBGE, em 1996 70% das áreas rurais já havia luz e em 2001 mais 20% e no governo Lula apenas 5%.

Lula tirou 36 milhões da pobreza certo? 
ERRADO!
Primeiramente nem a Índia tem tudo isso. E segundo, tem vídeo do Lula dizendo que inventam números pra parecer mais dramático, mais sério enfim.
Se de fato o Brasil tivesse 36 milhões de pessoas na pobreza, seria 1 miserável a cada 5 pessoas. Vale ressaltar que se o Lula tirou 36 milhões na pobreza como que em 1998 no Brasil havia 14 milhões na pobreza e em 2001 havia 6 milhões? A conta não fecha!
Esses dados são dados do IPEA-Instituto de Pesquisa da Economia Aplicada. É um órgão ligado ao Palácio do Planalto.

Lula luta pelas minorias certo? 
ERRADO!
Lula juntamente com o PT e seus aliados usam essas minorias como massa de manobra para ganhar as eleições. Tem vídeo do Lula dizendo que Pelotas é o maior exportador de viados no mundo. Tem áudio do Lula chamando as mulheres do grelo duro.

Ah mas aí vcs vão me falar que Lula fez com que o pobre comprasse casa, carro, geladeira, fogão. Certo? 
ERRADO!
Não tem dedo do Lula e nem de presidente nenhum. Lula apenas ESTIMULOU O CRÉDITO, para que as pessoas pobres se endividassem, financie as porém a crise e a hora de pagar a conta chegou de 2008 pra cá, o número de inandiplentes só vem aumentando. Atualmente segundo o IBGE temos 60% de pessoas inadimplentes com nome negativado em órgãos de proteção ao crédito.

Lula criou 14 universidades certo? 
ERRADO!
Lula criou apenas 4 e os outros 10 reformou de forma desnecessária entre eles a antiga faculdade de Ciências e Odontologia de Alfenas atual faculdade de Alfenas.
Mas uma coisa é fato, Lula juntamente com o PT é o presidente mais corrupto da História do Brasil. Provas é o que mais temos, tais como depoimentos de ex-ministros do PT, ex-tesoureiros, pessoas da JBS, da Odebrecht, da Petrobrás, contas bancárias, recibos, contas de telefones.

FHC insinua que Bolsonaro quis matá-lo quando estava na presidência 

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) disse nessa na noite desta quinta-feira (16) que não pode descartar a possibilidade de o Brasil repetir a experiência italiana depois da Operação Mãos Limpas e eleger um presidente de direita similar a Silvio Berlusconi na esteira da Lava Jato. Embora não tenha citado nomes, ele deixou claro que considera o deputado e presidenciável Jair Bolsonaro (PSC-RJ) a principal ameaça nas eleições do próximo ano.

“Eu não quero entrar em detalhes, mas há pessoas da direita que são pessoas perigosas”, disse FHC em evento na Universidade Brown, nos EUA. “Um dos candidatos propôs me matar quando eu estava na Presidência. Na época, eu não prestei atenção. Mas hoje eu tenho medo, porque agora ele tem poder, ainda não, ele tem a possibilidade do poder.”

Em entrevista à TV Bandeirantes em 1999, Bolsonaro afirmou que seria impossível realizar mudanças no Brasil por meio do voto. “Você só vai mudar, infelizmente, quando nós partirmos para uma guerra civil aqui dentro. E fazendo um trabalho que o regime militar não fez. Matando 30 mil, e começando por FHC”, declarou na ocasião.

Segundo o ex-presidente, há um “debate sério” no Brasil sobre o assunto, inclusive entre os juízes responsáveis pela Lava Jato. “Eles estão comparando, eles sabem o que aconteceu na Itália, todo mundo sabe das consequências em termos de Berlusconi. Se você olha a situação atual do Brasil, eu não posso dizer que isso não é possível.”

Para o tucano, o sucesso na disputa de 2018 dependerá da capacidade do candidato de expressar uma mensagem que coincida com as aspirações da população. Mas ele ressaltou que a política não é pautada só pela razão, mas também pela emoção. “É arriscado. Essa pessoa está comprometida com a Constituição, com o respeito das leis, com os direitos humanos?”

FHC disse que relutou em apoiar o impeachment de Dilma Rousseff, mas mudou de ideia quando houve a paralisia do governo. De acordo com ele, a única saída possível para esse tipo de situação em um regime presidencialista é o impeachment. O ex-presidente afirmou ainda que o afastamento é uma decisão política, ainda que amparado em base legal – no caso, o desrespeito à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

“Isso é um crime tremendo? Não, muitas pessoas fizeram (o mesmo). E por que não (foram afastadas)? Porque essas pessoas não estavam em uma frágil posição de poder e a consequência não foi a interrupção do processo de tomada de decisões. É uma questão política”, enfatizou.

FHC chama Bolsonaro de bizarro

“Os partidos políticos perderam a sua credibilidade. Eu pertenço a um partido e vou tentar fazer que ele avance, mas sei das dificuldades”, afirmou Fernando Henrique Cardoso, diante de um auditório lotado na Universidade Columbia, em Nova York.
Mesmo evitando mencionar qualquer pré-candidato, sua fala sobre a atual situação política do Brasil serviu de comentário sobre a corrida ao Planalto do ano que vem, momento que ele acredita será marcado menos por discussões sobre o avanço do conservadorismo e mais pela discussão sobre violência.

“O crime está causando muitos estragos no Brasil. E qualquer candidato que fale em crime menos como questão social e mais como um assunto real acaba abrindo um espaço mais à direita”, disse nesta terça-feira (14), esclarecendo que se identifica com um “centrismo à esquerda” no espectro político.

“Precisamos de um líder capaz de organizar a situação e nos dar a sensação de que estamos juntos, alguém capaz de expressar emoções, não ideias”, disse FHC. “O próximo líder que surgir terá de ser alguém que nos faça mover adiante, alguém capaz de confrontar realidades.”

Entre os possíveis novos líderes, o ex-presidente comentou “muitos prefeitos muito bons de partidos diferentes” que estão na disputa, sem dar nome a ninguém.
Também comentou a ascensão da direita evangélica. “Considerando a desorganização de outras instituições, essas instituições estão organizadas, já elegeram pessoas e terão uma voz” na eleição.
Em resposta a uma pergunta de um estudante sobre o pré-candidato à Presidência pelo PSC, Jair Bolsonaro, FHC disse que a “mídia dá mais espaço para os que são bizarros”, mas que “precisamos de alguém que não seja bizarro, que fale com as pessoas”.
Isso lembra um dos pontos de abertura de sua fala, quando comparou o populismo do Brasil ao dos Estados Unidos.
“Nosso populismo olhava para a frente e o populismo atual olha para trás, a ideia de pôr a América em primeiro lugar”, disse o tucano, contrastando a tradição ibérica de corporativismo na América Latina com o individualismo americano resumido pelo slogan de Donald Trump.
“Um líder populista pode aparecer de novo”, afirmou, sobre as próximas eleições no Brasil. “Mas o único capaz de entusiasmar dessa forma as pessoas perdeu enorme credibilidade. Temos de rever nossas ideias sobre o que é possível, o que as pessoas querem”, acrescentou FHC, fazendo uma alusão a Lula.
“Todos terão a capacidade de dizer algo sensível e transparecer verdade. Isso é bom e perigoso porque nunca saberemos quem será capaz de entusiasmar as massas.”
Na saída do encontro em Nova York, quando questionado por jornalistas sobre como o PSDB pode lidar com a crise moral no país, o tucano respondeu que a reação seria parecida com a de outros partidos. “Há uns partidos piores que os outros, mas o meu está melhorzinho”, disse.
No rastro da demissão do tucano Bruno Araújo do Ministério das Cidades, consolidando o desembarque do PSDB do governo Temer, o ex-presidente também fez uma crítica indireta à reforma ministerial agora em curso.
“Hoje o presidente está lá discutindo o que fazer com alguns setores do governo, mas não por motivos ideológicos”, disse. “É um retrato de como a coisa funciona. É um sistema que implica algumas formas de corrupção.”
O tucano veio a Manhattan depois de ser homenageado pelo Inter-American Dialogue, um think tank de Washington, e participaria de mais um debate na Universidade Brown, em Rhode Island, até o fim desta semana.